DÓLAR COMPRA VENDA
Comercial 1.72 1.72
Papel 1.69 1.86
Traveller 1.59 1.85
Valores cadastrados em 03/09
 
  A luta pela sede própria

Antes do Serviço de Proteção ao Crédito, SPC, ser fundado, os sócios do então Clube reuniam-se em locais diversos, como por exemplo, a residência de Antônio Matos Areosa, na rua José Clemente, 564, ou ainda, no Edifício Sesc - Senac, à rua Henrique Martins, 241.
A criação do SPC levou à busca de um espaço próprio. Não dispondo de recursos para comprar, o Clube teve que alugar imóveis. Na maior parte dos casos o imóvel pertencia a diretores da entidade e era locado por sócios, de maneira a reduzir ao máximo o valor cobrado. Quando o preço subia era hora de buscar um novo amigo que pudesse intermediar nova locação.
A primeira sede do CDLM funcionou na Rua Marechal Deodoro, 22, 2° andar, salas 202 e 204. Essas salas haviam sido conseguidas pelo então presidente Carlos Alberto de Menezes, em um prédio de três andares que pertencia ao despachante Ailton Pinheiro. O Clube permaneceu nesta primeira sede por, pelo menos, três anos. Em seguida - sob a presidência de Antonio Rodrigues - mudou-se para a Av. 7 de Setembro, no edifício "Casa dos Rios", onde ficou por 2 anos.
De lá partiu para o 8° andar do Edifício Lobrás, sala 808, onde passou pouquíssimo tempo: eram comuns as reclamações pela dificuldade de acesso. Da Lobrás o CLDM mudou-se para a rua Governador Vitório, esquina com a Frei José dos Inocentes, onde ficou por apenas 06 meses.
O endereço seguinte foi a Associação Comercial do Amazonas - ACA, onde o CDLM funcionou durante apenas um ano em razão das inúmeras reclamações, desta feita, dos diretores da Associação, preocupados com os prejuízos que o grande fluxo de pessoas vinha trazendo ao prédio, principalmente no que dizia respeito à conservação e limpeza das instalações.

Enfim, a compra

Após mudar por três vezes o endereço do Clube, em um único mandato, o então presidente Hélio Nobre Malagueta comunicou aos diretores, no dia 02 de fevereiro de 1972 - em Assembléia Geral realizada no restaurante "Solar da Olímpia" - a intenção de adquirir uma sede própria.
Para solucionar o problema da falta de dinheiro, o Diretor-Tesoureiro da época, o empresário Mário Lopes, sócio da firma S. Monteiro Ltda. propôs o lançamento de títulos patrimoniais entre os sócios do CDLM. Em nova Assembléia, no dia 1° de março, Hélio Nobre apresentou a proposta de compra de um imóvel situado na avenida Joaquim Nabuco, 997, e que já havia sido visitado pelos associados Climilton Braga, Mário Lopes e José Azevedo. O proprietário do imóvel pedia Cr$ 150.000,00 a serem pagos Cr$ 50.000,00 à vista e 20 prestações iguais de Cr$ 10.000,00. A compra foi autorizada e os títulos patrimoniais foram fixados no valor nominal de Cr$ 5.000,00, a serem pagos através de uma entrada no valor de Cr$ 500,00 e 15 prestações de Cr$ 300,00.
A compra do imóvel da av. Joaquim Nabuco, 997, onde hoje funciona a Associação dos Pecuaristas do Amazonas, foi formalizada durante a Assembléia Geral do dia 15 de maio de 1973, na varanda Tropical do Hotel Amazonas, por ocasião da solenidade de posse da nova Diretoria do Clube eleita para o biênio 1973/1975, que tinha como presidente o empresário Manoel Rodrigues e como vice o empresário Climilton Braga. A Loja Cilar Matriz, de Climilton, localizada à rua Rui Barbosa, 156, se tornou em abril de 1976, a sede definitiva da CDL - Manaus.
O prédio foi reformado 10 anos depois, em 96, recebendo o nome de "Onias Bento da Silva", diretor-executivo da entidade por 3 administrações, falecido em 11 de maio do mesmo ano.


História
A primeira diretoria
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A criação do SPC
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